«Gosto muito de fazer asneiras. Também gosto da minha dona, mas asneiras... Também gosto de passear!»
Subscrever:
Enviar feedback (Atom)
"(...) Contemplava a cidade das pontes pela última vez, envolvida por lençóis encardidos e uma névoa que subia do rio para lhe morder o coração de pedra. Era um burgo pobre, sujo, reles até - mas gostaria tanto de lhe pôr um diadema na cabeça.” Daqui houve nome Portugal : antologia de verso e prosa sobre o Porto / Eugénio de Andrade por Andrade, Eugénio de, pseud.
Sem comentários:
Enviar um comentário